sexta-feira, agosto 28, 2009

A força do Sindicato vem da união com o Trabalhador

Nossas batalhas e nossas lutas nunca acabam; nosso sonho de ver trabalhadores fortes e unidos com o Sindicato também não findam.

Não devemos dizer trabalhador pelego! Existe, sim, um cidadão cheio de necessidades, que teme mais perseguição e que é vítima de um sistema que só mostra coisas erradas acontecendo, minando a cada dia sua confiança.

Não devemos dizer sindicalista vagabundo! Ser sindicalista é um sacerdócio; muitos trabalham mais que oito horas por dia, sempre no intuito de ajudar a vida de outros, precisando conhecer tecnologia, leis e direitos, psicologia etc, e, por vezes, também são vítimas do sistema. São empregados e diretores do Sindicato que discutem aumentos de salário, condições de trabalho e procuram estar sempre à disposição, quando seus representados precisar de um apoio.

Não existe empresa boazinha! Você trabalhador é só um número de matrícula para a organização. No regime capitalista a empresa deseja apenas aumentar seus lucros, seus clientes e sua estrutura.

No caso da URBAM estes objetivos são realizados à custa da mão de obra do trabalhador, uma troca que, a cada dia que passa, fica mais desleal, alimentando esse sistema. Um sistema que beneficia poucos e maltrata muitos, que é ardiloso e malvado porque distribui mal a renda produzida e cria concepções falsas que buscam colocar empregados e sindicato como inimigos. Temos que lutar contra isso.

A empresa recebe muito dinheiro em seus contratos, metade dele é utilizado para pagar altos salários e “outros interesses”; a outra metade paga a grande massa de funcionários, isso é justo?

Trabalhadores, o Sindicato estará sempre ao seu lado. Reconheça nossa força, lute pelos seus direitos, homens e mulheres deram suas vidas pela nossa liberdade de expressão e por direitos como: jornada reduzida, férias, 13º, FGTS etc. Não sejamos mais vítimas desse sistema, vamos mudar essa história! Lembre que a força do Sindicato está embasada no velho postulado “a união faz a força”.

Marcelo Ribeiro da Silva
Presidente

Eleitor deve renovar o Senado em 2010

Eleitor é hora de começar a pensar no pleito do próximo ano!

Os dividendos da crise que o Senado tentou sepultar na última semana com o arquivamento das denúncias no Conselho de Ética contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB/PA), levam os 30 senadores que pretendem concorrer à reeleição em 2010 a reavaliar suas estratégias eleitorais.
Ao contrário de outras crises recentes na Casa, desta vez o Senado não ofereceu nenhum cadáver político à opinião pública. O temor de que a fatura da sucessão de escândalos seja cobrada nas urnas encontra respaldo nos altos índices de renovação da Casa nas últimas duas eleições, também precedidas por grandes crises.
As eleições de 2010 colocarão em disputa dois terços das 81 cadeiras de um Senado desmoralizado diante dos eleitores. Nas últimas duas eleições ao Senado, poucos foram os parlamentares que conseguiram manter seus cargos.
Agência Diap

quinta-feira, agosto 27, 2009

Acordo prorroga política de valorização do Mínimo

Acordo firmado entre governo e centrais sindicais, anteontem à noite, prorroga até 2023 a atual política de valorização do salário mínimo. Embora prevista, a extensão da atual fórmula de reajuste - que garante, todos os anos, aumentos reais iguais aos do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes - não estava garantida no texto do projeto de lei que a instituiu.

Até hoje em tramitação, o PL 1/2007 vem sendo adotado na prática pelo governo, por meio da edição de medidas provisórias. Ainda que ele já tivesse sido aprovado, no entanto, seria necessário renegociar a fórmula de reajuste, que, pelo texto, seria objeto de revisão após 2012. Com o acordo de anteontem, a negociação sobre os aumentos do mínimo a partir de 2012 foi antecipada e, agora, só depende do Congresso para ser efetivamente implementada.
Força Sindical

Centrais fecham acordo para os Aposentados

As Centrais Sindicais fizeram um acordo histórico sobre uma série de medidas que beneficiam milhões de aposentados. O resultado foi fruto da persistência dos dirigentes sindicais, especialmente do Sindicato Nacional dos Aposentados, que negociaram incansavelmente com o governo para obter o máximo de conquistas para os trabalhadores aposentados.

O acordo, fechado no dia 25 entre governo e Centrais, será transformado em projeto de lei e será enviado para apreciação do Congresso Nacional. "Fizemos um bom acordo, que vai corrigir algumas injustiças que vinham prejudicando os aposentados que, depois de uma vida inteira de trabalho, ainda são prejudicados quando vão se aposentar", disse Paulo Pereira da Silva, Paulinho, presidente da Força Sindical.

REAJUSTE: os que ganham acima do salário mínimo terão, nos próximos dois anos, reajustes acima da inflação, ou seja, com base na inflação (INPC) e metade do PIB (Produto Interno Bruto). Em 2010, o aposentado já tem garantido um aumento de 2,55% acima da inflação.

FATOR PREVIDENCIÁRIO: cai o Fator Previdenciário e fica instituído o Fator 85/95, que antecipa o benefício integral. Com a mudança, o critério para a aposentadoria será a soma da idade e do tempo de contribuição, ficando em 85 anos para as mulheres e 95 anos para os homens.

BASE DE CÁLCULO: atualmente o segurado se aposenta com a média dos 80 melhores salários de contribuição. Com o acordo serão usados como base os 70 melhores salários desde julho de 1994, ou seja, 126 contribuições. Este método aumenta o benefício, porque quando há o descarte dos valores menores a média final fica maior.

ESTABILIDADE: o trabalhador terá estabilidade de um ano antes do direito à aposentadoria. Se for demitido um ano antes de se aposentar, a empresa terá de pagar os salários referentes aos 12 meses anteriores à aposentadoria e a contribuição previdenciária do período. Com a medida, o trabalhador pode se aposentar mesmo que não consiga outro emprego.

SEGURO-DESEMPREGO: valerá como tempo de contribuição para a aposentadoria. O aviso-prévio também contará. O trabalhador poderá contribuir com 8% sobre o valor do seguro e do aviso-prévio. As empresas poderão pagar 12% somente sobre o aviso-prévio. Esse tempo de contribuição a mais poderá adiantar a aposentadoria em até seis meses
Força Sindical

quarta-feira, agosto 26, 2009

Novo Cálculo pode elevar Auxílio Doença e Aposentadoria por Invalidez

Uma nova forma de a Previdência Social calcular o auxílio-doença e a aposentadoria por invalidez pode elevar esses benefícios. A modificação foi publicada no Diário Oficial da União em 19 de agosto e a nova regra vale para os benefícios concedidos a partir de 20 de agosto.

A mudança é benéfica para os trabalhadores com pouco tempo de contribuição à Previdência Social. O governo está aplicando a mesma regra de cálculo das aposentadorias aos segurados que não atingiram nove anos de contribuição, ou seja, 60% das 180 contribuições (15 anos) exigidas como carência para a aposentadoria.

Até o dia 19, o quando o trabalhador não tingia os nove anos, o cálculo do auxílio-doença era feito pela média aritmética simples de todas as contribuições para a Previdência desde julho de 1994. Agora, serão consideradas apenas as 80% maiores contribuições para chegar à média.

Ao expurgar os 20% dos valores mais baixos, o segurado consegue elevar o seu benefício. Segundo o Ministério da Previdência, o novo cálculo passou a ser adotado porque vários trabalhadores vêm conseguindo na Justiça o direito de aplicar as mesmas regras da aposentadoria. A mudança só tem efeito prático para quem está sujeito a variações salariais bruscas ao longo da vida profissional. Se o trabalhador sempre contribuiu em um mesmo patamar, não há contribuições menores a serem expurgadas.
Agência Sindical

terça-feira, agosto 25, 2009

A quantas anda: Redução da Jornada - Argumentos dos Trabalhadores são imbatíveis

O debate sobre a redução da jornada de trabalho, realizado hoje no plenário da Câmara dos Deputados, ganhou mais visibilidade e levou definitivamente o assunto à pauta da Casa. Além disso, mostrou que o movimento sindical dos trabalhadores está unido e ativo na campanha pela redução.

“Os trabalhadores ganharam o debate. Mostraram argumentos de que a redução é favorável ao País. Os empresários usaram argumentos primários, catastrofistas. Foi assim também quando ocorreu a última redução de jornada, de 48 para 44 horas. O País não quebrou por causa disso”. O depoimento é do jornalista Marcos Verlaine da Silva Pinto, do Diap.

A proposta já foi aprovada em comissão especial e precisa agora ser votada em dois turnos no plenário da Câmara e depois no Senado. O texto prevê a redução da jornada de 44 para 40 horas sem diminuição dos salários, aumenta o adicional da hora extra de 50% para 75% sobre o valor da hora trabalhada.
Foto: Rodolfo Stuckert /Ag. Câmara

segunda-feira, agosto 24, 2009

URBAM - Negocação 2009/10

URBAM TENTA DESMOBILIZAR OS SINDICATOS
Em mais uma manobra perversa, a empresa desrespeita os trabalhadores, dá um chá de espera nos membros da comissão, e no final volta atrás! QUE VERGONHA!

A união entre os sindicatos SEAAC e dos CONDUTORES, fortaleceu a base e a hora, é agora! A assembléia do dia 13/08/2009, já decidiu a favor da GREVE, apenas aguardamos em estado de ALERTA, que a empresa fosse no mínimo decente, mas não adiantou!

Temos que fazer valer nossa força, nosso direito de ter uma valorização nos nossos salários e benefícios. Juntos podemos e vamos mudar essa situação. Agora é GREVE GERAL, vamos parar e exercer esse direito que está na Lei. Basta de perseguição e humilhação!

Empregados da Varrição, da Estação de Tratamento, Agentes de Transito, da Manutenção, entre outros, relatam que são ameaçados, são mudados de postos e muitas vezes até humilhados perante os colegas, pela chefia. A prova disso foi o REVALDO, testa de ferro da empresa, maltratar os membros da comissão na mesa de negociação. Pior ainda, os funcionários vêm trabalhando com equipamentos, veículos e máquinas que por falta de segurança colocam em risco sua vida.

Somente com a Paralisação Geral conseguiremos conquistar os nossos Direitos.
Vamos dar um basta nisso, VAMOS A LUTA!

PEC 341/09: proposta é golpe contra os brasileiros

Sem alarido e disfarçada de discussão sobre o tamanho da constituição brasileira, esta na pauta de votação da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania , a (PEC) 341/09, do deputado Regis de Oliveira (PSC/SP), pretende acabar em uma única tacada com todos os direitos e garantias sociais, como os direitos trabalhistas, previdenciários, dos servidores, sindicais, entre outras conquistas sociais promulgadas pela Constituição de 1988. Deixando de ser item constitucional estes items teriam de ser aprovados como lei. Dá pra imaginar a guerra ideológica que seria desencadeada nas casas legislativas? Os movimentos sociais, em geral, e o sindical, em particular, precisam mobilizar suas bases - trabalhadores, estudantes, cidadãos - para denunciar esse verdadeiro golpe contra os interesses da maioria do povo.