Nossas batalhas e nossas lutas nunca acabam; nosso sonho de ver trabalhadores fortes e unidos com o Sindicato também não findam.
Não devemos dizer trabalhador pelego! Existe, sim, um cidadão cheio de necessidades, que teme mais perseguição e que é vítima de um sistema que só mostra coisas erradas acontecendo, minando a cada dia sua confiança.
Não devemos dizer sindicalista vagabundo! Ser sindicalista é um sacerdócio; muitos trabalham mais que oito horas por dia, sempre no intuito de ajudar a vida de outros, precisando conhecer tecnologia, leis e direitos, psicologia etc, e, por vezes, também são vítimas do sistema. São empregados e diretores do Sindicato que discutem aumentos de salário, condições de trabalho e procuram estar sempre à disposição, quando seus representados precisar de um apoio.
Não existe empresa boazinha! Você trabalhador é só um número de matrícula para a organização. No regime capitalista a empresa deseja apenas aumentar seus lucros, seus clientes e sua estrutura.
No caso da URBAM estes objetivos são realizados à custa da mão de obra do trabalhador, uma troca que, a cada dia que passa, fica mais desleal, alimentando esse sistema. Um sistema que beneficia poucos e maltrata muitos, que é ardiloso e malvado porque distribui mal a renda produzida e cria concepções falsas que buscam colocar empregados e sindicato como inimigos. Temos que lutar contra isso.
A empresa recebe muito dinheiro em seus contratos, metade dele é utilizado para pagar altos salários e “outros interesses”; a outra metade paga a grande massa de funcionários, isso é justo?
Trabalhadores, o Sindicato estará sempre ao seu lado. Reconheça nossa força, lute pelos seus direitos, homens e mulheres deram suas vidas pela nossa liberdade de expressão e por direitos como: jornada reduzida, férias, 13º, FGTS etc. Não sejamos mais vítimas desse sistema, vamos mudar essa história! Lembre que a força do Sindicato está embasada no velho postulado “a união faz a força”.
Marcelo Ribeiro da Silva
Presidente

