quinta-feira, setembro 17, 2009

A quantas anda a Redução da Jornada - Reunião em Brasília

As centrais sindicais se reuniram com o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), e com o ministro Luiz Dulci (Secretaria-Geral da Presidência) no dia 15, em esforço concentrado do movimento sindical para a votação da Proposta de Emenda Constitucional - PEC 231/95, que prevê a redução da jornada semanal de 40 horas, sem redução de salários, a principal reivindicação deste ano da 6ª Marcha da Classe Trabalhadora. A aprovação da PEC vai possibilitar a geração de mais empregos, qualificação profissional e dar mais tempo para o lazer dos trabalhadores juntos com suas famílias, afirmou o vice-presidente da CGTB, Ubiraci Dantas de Oliveira (Bira).
CGTB

quarta-feira, setembro 16, 2009

De novo a taxação da Poupança

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, despertou o assunto afirmando dia 15 que a alíquota do Imposto de Renda que incidirá sobre o rendimento da poupança com saldo acima de R$ 50 mil será de 22,5%. A tributação, segundo o ministro, ocorrerá no momento do saque. O assunto voltou à tona na segunda-feira (14), quando o ministro anunciou que a proposta de tributação das cadernetas deve ser enviada ao Congresso ainda nesta semana. A matéria, anunciada em maio, precisa ser aprovada neste ano para poder entrar em vigor em 2010, respeitando o princípio da anualidade.
Agência Diap

terça-feira, setembro 15, 2009

A quantas anda a Redução da Jornada

Dirigentes sindicais de todas as centrais sindicais vão se reunir nesta semana com líderes partidários e com o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB/SP), para sensibilizá-los a incluir na pauta de votação, a PEC 231/95, que trata da redução da jornada de trabalho de 44h para 40h. A intenção das centrais sindicais é votar a proposta no dia 7 de outubro. No mesmo dia, as entidades fariam a 6ª Marcha da Classe Trabalhadora em Brasília.
Agência Diap

segunda-feira, setembro 14, 2009

Pobres sustentam o país com pagamento de impostos

O estudo divulgado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) sobre carga tributária e capacidade do gasto público no Brasil, confirma aquilo que brasileiros sabem na prática: são os trabalhadores os responsáveis pela maior parcela da arrecadação tributária no País. A carga tributária brasileira é profundamente injusta; os trabalhadores que recebem salários mais baixos trabalham três meses a mais do que os ricos para pagar tributos, enquanto a propriedade e o capital sofrem baixa taxação.
Ipea